Conversa de Amigos
   Ficou lá atrás

Criei esse blog em 2004. Durante esse tempo, falei de sobre minha vida, minha família, meus amigos. Ri muito por aqui. Fiquei ansioso, esperando por comentários. Visitei um sem número de blogueiros. Registrei comentários. Fui visitado por outro sem número de pessoas. Criei amizades que perduram até hoje. Conheci alguns pessoalmente.

Durante esse tempo, já tirei férias do blog, já voltei a trabalhar, publicando posts. Já fechei as portas de vez. Voltei, mas perdi o interesse. Pra ser sincero, nem sei por que insisto.

Acho que seja pelas lembranças de um tempo que ficou pra trás. Abóbora, On the Moon, Mar Azul, Espacoka, Borboletinha Azul, Depois dos Vinte, Coisas do Tio, Potchoka, Pérola, Loba... Quantos fizeram parte da minha vida! Alguns fazem até hoje, mas gostoso mesmo era quando todos estavam juntos, ainda que separados pela distância física.

Tenho certeza que os que ficaram são amigos de verdade, mas não posso afirmar que os que se foram não poderiam ser. Assim, fica a alegria pelas amizades presentes, mas a saudade e a dúvida daqueles que ficaram lá atrás. 



Escrito por Mateus às 11h22
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   História de amor

Uma chinesa recuperou a consciência após 10 anos em coma, depois de seu marido passar todo esse tempo cantando ao lado da sua cama, informou hoje o jornal China Daily

O casal, que se conhecia desde a infância, está casado há 50 anos e vive na cidade de Nanjing, capital da província de Jiangsu, no leste da China.

Chang entrou em coma em 1996, após uma grave doença. Seu marido, Yang, lembrou que quando os dois eram jovens uma das coisas de que ela mais gostava era ouvi-lo cantar.

Com a esperança de despertar a mulher, Yang, que atualmente está com 75 anos, começou a aprender a tocar teclado e compor canções para ela.

Segundo os médicos, Chang abriu os olhos no momento em que Yang acabava de cantar um desses temas, e pronunciou "claramente" o nome do marido.

(Notícia retirada do site Terra)



Escrito por Mateus às 09h27
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   Coleção forçada

Tem gente que curte colecionar coisas; desde as mais simples, que não passam de cacarecos até as mais sofisticadas. Minha irmã, por exemplo, adora bolsas e outros acessórios. Já chegou a publicar fotos lá no seu blog, mostrando algumas peças da sua magnífica coleção.

Eu, por minha vez, coleciono cintos. Não que eu curta cinto. Afinal, o modelo masculino, via de regra, só serve mesmo para compor o visual ou segurar as calças, passando quase imperceptível. Bom, a não ser aqueles de cowboy, com direito a fivelas gigantescas que mais parecem brasões, mas desses eu não gosto.

A minha coleção é de responsabilidade da minha prodigiosa memória, que vive me pregando peças e me causando enormes embaraços.

Quando meu irmão se casou, lá fui eu para São Paulo, testemunhar o casório, como padrinho-testemunha que fui. Esse dia foi uma correria, com mulheres se atrasando no salão muito mais que a noiva, que, comportada, esperou um bom tempo na porta do local de eventos a chegada da mãe do noivo, para que, finalmente, pudessem consumar o ato (o casamento, gente!).

Eu também cheguei com a mãe do noivo e o meu atraso se deu justamente pela minha habilidade em esquecer o que não se deve. Isto porque, ao acabar de me arrumar (eu estava num hotel), notei que havia esquecido o famigerado do cinto. Bom, eu poderia fechar o paletó e, depois do "sim dos noivos", pegaria um cinto na casa do meu irmão. Acontece que eu havia emagrecido 6kg e o terno tinha sido comprado quando os mesmos ainda adornavam minha silhueta. Ou seja, as calças, praticamente, estavam caindo. O risco de um vexame era enorme.

Para minha sorte, meu cunhado chegou para me buscar. Sem pensar duas vezes, depois que lhe contei meu drama, ele arrancou o cinto dele e disse: "Toma, eu fecho o terno e depois a gente vê o que pode ser feito". Vale ressaltar que nesse dia meu cunhado salvou quase a família inteira, mas isso é outro causo.

Não só essa, mas várias foram as ocasiões em que, sem cunhado para me salvar, tive que me valer de uma loja mesmo, onde pudesse comprar um cinto novo. Assim foi na formatura de Karine, no casamento de uma amiga que mora aqui e em mais três oportunidades em que estava trabalhando fora da cidade.

Já não sei se isso é sina ou vício!



Escrito por Mateus às 11h45
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   Durma com uma dessa!

Estudo mostra que dividir a cama afeta cérebro dos homens

(Retirada da página da IG)

Independentemente de terem ou não consumado relações sexuais, os homens que passam a noite com alguém têm seu sono perturbado, diz o estudo feito por cientistas austríacos e publicado na revista New Scientist.

Dividir a cama com uma outra pessoa pode, temporariamente, reduzir o poder mental dos homens, prejudicando sua habilidade no dia seguinte.

Segundo a pesquisa, as mulheres não são afetadas por compartilhar a cama, porque dormem mais profundamente.

Pois é!

A seguir, alguns comentários feitos por internautas:

"Esse estudo é pura falta do que fazer. O homem divide a cama à milhares de anos. Como pode isso interferir agora? Tudo isso é desculpa para livrarem a cara de homens incompetêntes. Imagine só, uma empresa que precisa contratar um funcionário e lê uma matéria dessa, vai dar preferência aos solteiros"

"os homens roncam....impedindo que as mulheres durmam tranquilas.....principalmente quando bebem.....não concordo".

"Duvido, se fosse assim os homens seriam sempre os primeiros a acordar para olhar o bebê".

"Depende do homem. Para o meu marido essa pesquisa cai como uma luva, por que tudo o que acontece com ele, a culpa é minha".



Escrito por Mateus às 11h11
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   De volta pra casa II

Meu trabalho exige que eu viaja bastante, mais do que eu gostaria, pra dizer a verdade. Geralmente meu destino está limitado a três cidades da região. Um desses lugares fica a 270Km de onde eu moro, sendo o mais longe de todos.

A cidade é pequena e, como toda cidade pequena do interior de Minas, tem seus encantos. Praças arborizadas, belezas naturais e povo encantador. Sempre que o tempo me permite, faço questão de visitar os amigos que já cultivei por lá. Assim, quando posso, vou prosear com a escrivã do Cartório, uma mulher guerreira e forte, mãe de quatro filhos e avó de uma menina linda. Não bastasse suas lutas, ela ainda se responsabiliza por um abrigo para crianças que enfrentam  o abandono ou maus tratos dos pais.

Se a conversa se prolonga, a gente vai para a cozinha da casa da mãe dela, que faz o chá mais gostoso que já tomei e tem uma história de vida que bem poderia virar livro. E então, nos reunimos com os outros para falarmos da vida, dos anseios, de política e do que mais aparecer como assunto. Não tem uma vez que eu não saia de lá melhor do que entrei.

Outro dia, voltando dessa cidade, peguei um ônibus novo em folha, com direito a TV e tudo mais. Como a viagem costuma ser muito longa (demora cinco horas e meia), pensei comigo: "Oba, eles vão passar um desses filmezinhos bobos que certamente me farão dormir". No dia, chovia bastante e tudo indicava que o ambiente convidaria ao sono.

Tão logo começou a viagem, colocaram o dvd no aparelho. Para minha infeliz surpresa, tratava-se de um show de uma dupla sertaneja. Dessas, cujo tema central de todas as músicas gira em torno da mulher amada que não quer saber de romance com o homem apaixonado.

"Uma deusa, uma louca, uma feiticeira, ela é demaissss!!!!"

Bem fiquei pensando que isso se devia ao fato de que, em vidas passadas, eu fiz quentinha com a Santa Ceia. Era uma expiação pelo erro cometido. O jeito era aceitar resignado.

Alguns minutos depois, o dvd apresentou um problema e foi retirado. Aí, fiquei pensando que alguém lá de cima, por pura piedade, havia resolvido me dar uma força. Respirei aliviado por dois minutos. Logo, outro dvd foi inserido e passamos a ver e ouvir uma outra dupla sertaneja, com repertório bem pior que o primeiro (se é que isso é possível!).

"Eu dormi na praça, pensando nelaaaaa".

No final, quem ficou sem dormir fui eu!

 



Escrito por Mateus às 14h34
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   De volta pra casa

De volta pra casa

Sem maiores explicações, resolvi voltar.

Esse é o blog de um mineiro que gosta de café com pão de queijo, o que não é novidade. Um mineiro que gosta de prosear, de contar causos, que mora no interior e tem vida pacata.

Um mineiro que já morou em cidade grande, mas que não gostou de morar lá. Um mineiro que namora uma mineira bonita, e que vai casar com ela.

Esse é o blog de um mineiro que gosta de conversar com os amigos, mas que vive tomando bronca dos amigos, porque não arruma tempo pra conversar com eles. Um mineiro em quem se pode confiar, ainda que ele seja muito desconfiado.

Esse é o blog de um mineiro gente boa, que gosta de receber os amigos. Por isso, pode entrar, a casa é sua. 



Escrito por Mateus às 10h44
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